CONSTELAÇÕES FAMILIARES PARA JOVENS
Uma Proposta a Pais e Educadores
O CÉU
ABERTO e ELISETE ZANLORENZI
estão
organizando um grupo de jovens interessados em
desenvolver um trabalho de auto-conhecimento e
crescimento pessoal, tendo como base as Constelações
Familiares e as ordens do amor, descobertas por Bert
Hellinger.
Por meio de exercícios
dinâmicos, criados por Hellinger e da constelação de
todos os participantes, o objetivo é trabalhar com
questões diretamente relacionadas a jovens, a exemplo da
escolha da carreira profissional, o “meu” lugar no
mundo, o relacionamento com a família e com a escola, o
sentimento de pertencimento grupal, a identificação de
diferentes níveis de consciência, o respeito às
diferenças e à hierarquia, a relação entre dar e
receber, a descoberta do amor cego (do avesso) e daquele
que nos ancora à vida, desfazendo emaranhamentos e
permitindo ir adiante.
Dia:
5 de junho de 2009 (sexta-feira)
Horário:
19:30 horas
Local:
Céu Aberto – Arte e Consciência
Rua Edward de Vita
Godoy, 828 – Barão Geraldo – Campinas/SP
Inscrições e Informações:
33086351 (Céu Aberto) e 81261870 ( Elisete Zanlorenzi)
Valor:
Contribuição consciente
Sobre as Constelações Familiares
Criadas pelo filósofo e
psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, as Constelações
Familiares constituem uma abordagem terapêutica e de
auto-conhecimento, fundamentada no princípio de que
pertencemos a diferentes sistemas de relações, sendo a
família a estrutura básica.
Sob a ótica das
Constelações, o “eu” integra uma força sistêmica maior,
daí a dificuldade em resolvermos certas questões, quando
as buscamos apenas dentro de nós. Essa abordagem
possibilita olhar para os vínculos e para as forças que
atuam no sistema familiar, que, ao emergirem, são
capazes de conduzir a transformações profundas e
definitivas nos emaranhamentos pessoais e sistêmicos,
pois atuam nos desbloqueios e na reintegração dos fluxos
de amor entre as pessoas. Numa constelação, entramos em
contato com os níveis mais profundos das dinâmicas
sistêmicas, de onde emergem os movimentos em direção à
elucidação das forças que atuam em nossas vidas e aos
caminhos que conduzem à paz e ao amor que cura.
Baseado em diferentes
linhas de terapia familiar e sistêmica, em mais de uma
década de trabalho junto à sociedade tradicional Zulu
(África do Sul) e, posteriormente, no trabalho
terapêutico com descendentes de vítimas e perpetradores
envolvidas na II Guerra Mundial, Hellinger descobriu a
existência de uma consciência grupal, que enreda os
membros de uma família (sistema), por meio de três
princípios básicos, denominados “ordens do amor”:
1. O direito que todos têm
de pertencer e ocupar um lugar no grupo;
2. A necessidade de
respeito à hierarquia dentro do grupo;
3. A necessidade de
equilíbrio entre o dar e o receber.
As ordens do amor são
forças dinâmicas e articuladas, que, tanto no nível
grupal quanto individual, atuam de forma inconsciente.
Por isso, quando rompidas, desencadeiam desequilíbrios,
limitações, bloqueios e dificuldades em diversas áreas e
esferas da vida, podendo atravessar várias gerações.
Extrapolando o âmbito
familiar, as Constelações são aplicadas hoje no âmbito
organizacional, inclusive na área educacional, sob os
mesmos princípios das ordens do amor.
Como a vida opera de
forma sistêmica, inúmeros temas podem ser trabalhados
pelas Constelações, desde questões pessoais – como
relacionamentos, saúde, trabalho, escolha profissional,
negócios, bloqueios, tomadas de decisões, etc. – , até
organizacionais, como as dinâmicas que envolvem a
sala de aula ou, mais amplamente, uma escola.
“Constelar”
significa levar um tema/questão para ser
trabalhado em grupo, por meio do seguinte procedimento:
dentre os participantes, são escolhidas pessoas para
representar os papéis envolvidos no tema a ser
trabalhado (pai, mãe, filhos, irmãos, etc., dependendo
da questão). Os representantes, numa postura de entrega
à energia do sistema da família do cliente – o campo
morfogenético – passam a captar sentimentos,
pensamentos, posturas corporais, gestos que indicam onde
se localizam os bloqueios dos fluxos de amor naquele
sistema, envolvendo, às vezes, várias gerações. O papel
do constelador consiste em, a partir desses fenômenos,
fazer intervenções que redirecionem as tensões e
conflitos a um campo de reconhecimento dos vínculos de
amor entre as pessoas, expressos, muitas vezes, pelo
avesso, em forma de doenças, bloqueios, limitações,
inseguranças e outras dificuldades.
Facilitadora:
Elisete Zanlorenzi.
Formação em Constelações Familiares segundo Bert
Hellinger pelo Instituto de Filosofia Prática (Peter
Spelter/ Alemanha). Tem participado de seminários
intensivos e do treinamento avançado para certificação
internacional, que Bert Hellinger está desenvolvendo no
Brasil. Treinamento com Marianne Franke-Gricksch em
Constelações para a área educacional. Doutora em
Antropologia (USP), com 22 anos de docência
universitária. Terapeuta Floral. Especialização em
Psicoterapia Analítica de Grupo (Unicamp) e Psicologia
Transpessoal (Alubrat).