CONSTELAÇÕES FAMILIARES
Dia:
20 de JUNHO de 2009 ( Sábado)
Horário: 8,30
às 14,30 horas (Conforme
disponibilidade dos participantes, o encontro
estender-se-á até 17hrs, com intervalo
para almoço. Não é necessário participar de todo
o período)
Local:
Espaço Céu
Aberto
- Rua Edward de Vita Godoy, 828 - Barão Geraldo
– Campinas/SP
Valores por pessoa:
Levar um tema para ser trabalhado: 188,00
ou 206,00 (em duas vezes)
Participar e
atuar como representante: 20,00 e 10,00
(cônjuges, pais e filhos)
Inscrições e informações:
81261870 - 33086305 -
elisetezanlorenzi@gmail.com
Esse
workshop será em grupo, mas pode-se fazer
constelação individual. Envie email solicitando
informações
Facilitadora:
Elisete Zanlorenzi.
Formação em Constelações Familiares segundo Bert
Hellinger pelo Instituto de Filosofia Prática (Peter
Spelter). Tem participado de seminários intensivos
e do treinamento avançado para certificação
internacional, que Bert Hellinger está desenvolvendo
no Brasil. Treinamento com Marianne Franke-Gricksch
em Constelações para a área educacional e com
Hellinger , para a área organizacional. Doutora em
Antropologia (USP), com 22 anos de docência
universitária. Terapeuta Floral. Especialização em
Psicoterapia Analítica de Grupo (Unicamp) e
Psicologia Transpessoal (Alubrat).
Sobre as Constelações Familiares
Criadas pelo filósofo
e psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, as
Constelações Familiares constituem uma abordagem
terapêutica e de auto-conhecimento, fundamentada no
princípio de que pertencemos a diferentes sistemas
de relações, sendo a família a estrutura básica. Sob
a ótica das Constelações, o “eu” integra uma força
sistêmica maior, daí a dificuldade em resolvermos
certas questões, quando as buscamos apenas dentro de
nós. Essa abordagem possibilita olhar para os
vínculos e para as forças que atuam no sistema
familiar, que, ao emergirem, são capazes de conduzir
a transformações profundas e definitivas nos
emaranhamentos pessoais e sistêmicos, pois atuam nos
desbloqueios e na reintegração dos fluxos de amor
entre as pessoas. Numa constelação, entramos em
contato com os níveis mais profundos das dinâmicas
sistêmicas, de onde emergem os movimentos em direção
à elucidação das forças que atuam em nossas vidas e
aos caminhos que conduzem à paz e ao amor que cura.
Baseado em diferentes linhas de terapia familiar e
sistêmica, em mais de uma década de trabalho junto à
sociedade tradicional Zulu (África do Sul) e,
posteriormente, no trabalho terapêutico com
descendentes de vítimas e perpetradores envolvidas
na II Guerra Mundial, Hellinger descobriu a
existência de uma consciência grupal, que enreda os
membros de uma família , por meio de princípios
básicos, denominados “ordens do amor”:
1. O direito que todos
têm de pertencer e ocupar um lugar no grupo;
2. A necessidade de
respeito à hierarquia dentro do grupo;
3. A necessidade de
equilíbrio entre o dar e o receber.
As ordens do amor são
forças dinâmicas e articuladas, que, tanto no nível
grupal quanto individual, atuam de forma
inconsciente. Por isso, quando rompidas,
desencadeiam desequilíbrios, limitações, bloqueios e
dificuldades em diversas áreas e esferas da vida,
podendo atravessar várias gerações. Extrapolando o
âmbito familiar, as Constelações são aplicadas hoje
no âmbito organizacional, inclusive na área
educacional, sob os mesmos princípios das ordens do
amor.
Como a vida
opera de forma sistêmica, inúmeros temas podem ser
trabalhados pelas Constelações, desde questões
pessoais – como
relacionamentos, saúde, trabalho, escolha
profissional, negócios, bloqueios, tomadas de
decisões, etc. – , até organizacionais, como as
dinâmicas que envolvem a sala de aula ou, mais
amplamente, uma escola.
“Constelar”
significa levar um tema/questão para
ser trabalhado em grupo, por meio do seguinte
procedimento: dentre os participantes, são
escolhidas pessoas para representar os papéis
envolvidos no tema a ser trabalhado (pai, mãe,
filhos, irmãos, etc., dependendo da questão). Os
representantes, numa postura de entrega à energia do
sistema da família do cliente – o campo
morfogenético – passam a captar sentimentos,
pensamentos, posturas corporais, gestos que indicam
onde se localizam os bloqueios dos fluxos de amor
naquele sistema, envolvendo, às vezes, várias
gerações. O papel do constelador consiste em, a
partir desses fenômenos, fazer intervenções que
redirecionem as tensões e conflitos a um campo de
reconhecimento dos vínculos de amor entre as
pessoas, expressos, muitas vezes, pelo avesso, em
forma de doenças, bloqueios, limitações,
inseguranças e outras dificuldades