Mata Santa Genebra

Histórico

 

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A Mata Santa Genebra é a maior unidade de conservação da cidade de Campinas, que possui apenas 2,5% de toda cobertura vegetal nativa distribuída em pequenos fragmentos. Localizada no Distrito de Barão Geraldo, a Mata possui área de 251,7 hectares, ou seja, 2 milhões e meio de metros quadrados, numa extensão de nove quilômetros de perímetro, originalmente pertencente à Fazenda de mesmo nome. Trata-se de um fragmento de Mata Atlântica, que abriga em seu interior espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção, como é o macaco bugio. Em seus levantamentos, pesquisadores identificaram pelo menos 660 espécies vegetais e 885 espécies animais.


Administrada pela Fundação José Pedro de Oliveira, a Mata Santa Genebra foi declarada ARIE (Área de Relevante Interesse Ecológico) em 1985, pelo Governo Federal, tendo antes a área tombada pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo) no ano de 1983. O CONDEPACC (Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas) também reconheceu a Mata como patrimônio em 1992.
Por se tratar de uma área reservada, o acesso é restrito a pesquisadores e à educação ambiental monitorada.



A doação da Mata Santa Genebra

A área da Mata Santa Genebra foi doada para o município há 21 anos, no dia 14 de julho de 1981, quando Campinas completava 207 anos, pela então proprietária Dona Jandyra Pamplona de Oliveira. Na mesma data a Prefeitura Municipal de Campinas criou a Fundação José Pedro de Oliveira para administrar e conservar a área que compõe a Reserva. O nome da Fundação é uma homenagem ao antigo proprietário da Fazenda Santa Genebra: José Pedro de Oliveira.

Do site da prefeitura de Campinas

 

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