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Nasce a E. E. Prof.a Maria Alice Colevati Rodrigues
A Escola e a Comunidade na qual se insere
![]() Ainda, por influência do sr. Antonio José Mateus (ex-presidente fundador da Sociedade de Bairro do Jardim América) com políticos de Campinas na época, participou de uma reunião na Prefeitura de Campinas para a construção de creches, aproveitando esta oportunidade lançou o pedido da construção de uma escola no bairro Jardim América, pois o terreno em questão para esta construção pertencia ao Jardim América. Dali mesmo, partiu para uma reunião do Fundef na Segunda Delegacia de Ensino, com o então vereador, Mamisuka e o seu pedido foi encaminhado aos órgãos competentes. Sem registro de datas, a construção da escola do bairro se inicia, no governo do Orestes Quércia. A história da E.E.Profª Maria Alice Colevati Rodrigues, inicia no ano de 1987, quando funcionou provisoriamente no prédio da E.E.P.G. Profº Hilton Federici, com o nome de E.E.P.G. do Jardim Independência, para atender a demanda dos bairros Jardim Independência e Jardim América, situados no subdistrito de Barão Geraldo, em Campinas.
Em 1988, as classes passaram a funcionar no prédio oficial, situado à Avenida Independência s/n0 - Jardim Independência, com a demanda aproximadamente de 250 alunos de 1ª a 7ª série. No ano seguinte (1989), passou a funcionar até a 8ª série. Atualmente, atende a segunda geração de alunos, tendo entre eles, filhos da primeira geração. Durante os 15 anos de funcionamento da escola, houve participação na comunidade e pessoas influentes, nas atividades comemorativas como: donativos, ônibus para excursão, festas, mobiliário, alimentação, material pedagógico ... Uma das reivindicações mais freqüentes, é para a ampliação do prédio que necessita do aval do governo, uma vez que as cinco salas existentes não comporta a demanda atual. A estrutura do prédio é de arquitetura moderna, com dois pavimentos, com tijolos à vista na fachada com a disposição dos ambientes da seguinte forma: No andar térreo, funciona uma sala de aula, uma cozinha com despensa, pátio para refeições, sanitários feminino e masculino para os alunos e dois para funcionários e professores, há uma sala dividida para diretoria e secretaria, uma saleta no fosso da escada que é utilizada para guardar arquivo morto, DOs., reserva de material didático. Em 1997, foi construída uma parede externa do patamar da escada, fundos com o fosso, para guardar material de limpeza, uma casa de três cômodos, habitada pelo caseiro. No andar superior, funcionam quatro salas de aula, dispostas de modo que os vitrôs são voltados para nascente do Sol e a porta para o corredor, sendo que o mesmo possui tijolos vazados, voltados para o poente. As salas são de piso de concreto, pintadas de branco e bege, possuem dois ventiladores adquiridos com verbas da APM., são ventiladas e possuem luminosidade insuficiente, pois há necessidade das luzes permanecerem acesas. Em um estudo feito pelo departamento de Arquitetura da Unicamp no ano de para esta escola, percebemos, desde então, que o excesso de claridade detectado pela equipe, se transformou em falta de luminosidade a partir da instalação das "brises" e perdura reflexo de luminosidade nas lousas. A sala dos professores, é adaptada com aglomerado no hall da escada, funcionando precariamente, com mais ou menos nove metros quadrados, mínimo de espaço para acomodação dos mesmos durante o intervalo das aulas e para momentos de estudos, por falta de espaço na sala adaptada, os armários das professoras também estão fixados neste pequeno espaço. Os equipamentos adquiridos são: sem auxílio da FDE (Fundação do Desenvolvimento da Educação), uma geladeira, uma televisão e um vídeo cassete, ventiladores, duas geladeiras bebedouro, uma máquina de xerox, uma máquina fotográfica, um liquidificador industrial. Nas salas de aula, as carteiras ficam dispostas conforme a necessidade de trabalho dos professores com o grupo de alunos, ora dispostas em colunas ou em duplas, ora em grupos de quatro mesas (equipe). As vezes em semi-círculos. As mesas são de tamanhos variados mas não organizadas ao tamanho dos alunos, há uma grande quantidade de mesas lascadas que, às vezes, machucam as crianças. Não existe murais nas salas de aulas, os trabalhos dos alunos são expostos em varais instalados nas paredes. No pátio, também não existe murais e os avisos, trabalhos dos alunos são colocados nas paredes e em uma lousa "quadro branco instalada na entrada da cozinha. Há uma quadra poliesportiva descoberta, com o piso corroído pelas intempéries. Está situada antes de um pomar, num nível mais baixo, por este motivo recebe terra quando venta ou chove. Na lateral maior da quadra, há um barranco que poderia ser utilizado para a construção de uma arquibancada (coisa que poderia ter sido feita na época da construção da mesma). Não temos local adequado para apresentação de cerimônias escolares e sociais, em ocasiões de eventos, os pais ficam aglomerados desconfortavelmente em volta do pátio em pé, e os que ficam atrás não conseguem assistir seus filhos. Não há sala de informática para o uso dos alunos, há apenas um computador na sala especial ( somente para os alunos desta sala) e um computador para a parte administrativa, onde os alunos não têm acesso. Não há cantina, há venda de "guloseimas no corredor da sala do térreo e a cozinha foi terceirizada pelo CEASA Campinas, através da Prefeitura local, que é responsável pela alimentação e, a merendeira é contratada pela empresa Kadservice. A merenda é equilibrada , pois a empresa tem nutricíonista, a comida não é industrializada, é preparada de acordo com o cardápio mensal. Duas vezes por semana, não há refeição completa, é oferecido ás crianças leite com café, bolacha ou pão com margarina, pois é dia de faxina na cozinha, que é feita pela merendeira. Há uma preocupação da empresa distribuidora da alimentação quanto á qualidade nutricional (CEASA-Campinas), pois envia legumes, verduras e frutas, carne, ovos, leite longa vida lN NATURA. Tanto os alunos quanto os pais, colocam que a qualidade desta merenda é muito superiora oferecida pela NUTRI-PLUS. Na escola não existe uma cantina, são vendidos durante o recreio guloseimas (doces,salgadinhos). Cinqüenta por cento dos alunos entrevistados acreditam que consumir salgadinhos e guloseimas fazem mal á saúde, mas gostam de comê-los e também comem a merenda escolar. Outro cinqüenta por cento consome achando que não prejudica a saúde e destes a maioria come a merenda escolar. As crianças tiveram em 2001, palestras na própria escola com administradores da Limpeza Pública quanto a importância da reciclagem de lixo (Coleta Seletiva), projeto da Prefeitura de Campinas. O grupo docente trabalha em classe essa conscientização para que adquiram o hábito da reciclagem, comprou-se cestos de cores diferentes, um para cada tipo do lixo seco, para que os alunos aprendam separá-los. No segundo semestre de 2002, as mães da APM, iniciaram uma campanha com os alunos nos dois períodos, ensinando as crianças selecionaram o lixo doméstico, que trazem para a Escola toda sexta-feira e são vendidos e retirados no mesmo dia da Escola. Com a verba recebida, as mães pretendem fazer melhorias nas salas de aula. A comunidade escolar qualifica a Escola como aquela que atende as necessidades e anseios de seus alunos. Os alunos entrevistados sentem que a Escola serve para ler, escrever e prepará-los para o futuro. Os senões da Escola, detectados através das entrevistas são: -A falta de espaço físico útil; -Falta de salas ambientes;
A própria quadra descoberta (já citada anteriormente), porém o seu funcionamento é harmonioso pelo tamanho da clientela e por atender alunos de 1ª a 4ª séries, não é invadida por marginais e maus elementos que circulam pelo bairro. A história que daqui em diante vai ser contada é um recorte sob o meu ponto de vista, de professora que assistiu a quase todos "acontecidos nestes 14 anos de funcionamento da Escola Maria Alice neste novo prédio. Sou uma das pesquisadoras deste trabalho de resgate da história da escola Maria Alice, professora Wania, estou nesta escola desde o início das aulas em 1988. Todos aqui chegaram com muito empenho e vontade de fazer da Escola Maria Alice (nesta data E.E.P.G. do Jardim Independência) uma das melhores de Barão Geraldo, afinal éramos a caçulinha das escolas do distrito. Os alunos sentiam orgulho de estarem nesta escola tão "bebê", cheirando a tinta e o grupo docente também e querendo o melhor para todos os alunos desde as lª séries até a sétima série (última série em funcionamento no ano de 1988), éramos um grupo pedagogicamente unido. O prédio da escola estava impecável, mas como toda construção faltavam alguns espaços, como uma sala ambiente para biblioteca e vídeo, uma sala mais confortável para a diretoria e secretaria, que por sinal faltam até hoje. O entorno da escola estava muito limpo, limpo no sentido real da palavra e limpo no sentido de que não havia uma planta decorativa sequer, não possuíamos jardins nem gramados portanto havia muita terra. Juntamente com meus alunos uma classe de 2ª série mas de alunos com vários anos de reprovação, portanto quase adolescentes demos início ao trabalho de jardinagem dos muros internos com mudas de plantas trazidas pelos alunos e por mim que apanhava das podas em minha casa. O entusiasmo dos alunos em geral era contagiante, até alunos das 5ªs séries em diante bateram enxadas no sentido de colaborar quando o grupo estava lá trabalhando e todos colaboravam com a conservação do mesmo. Neste trabalho de jardinagem os alunos puderam verificar o desperdício de materiais de construção ocorrido durante as obras da escola, pois a cada enxadada que davam se deparavam com muitos sacos de cimento e ferragens enterrados ao redor dos muros, mas mesmo assim nosso pequeno jardim saiu e permanece até os dias de hoje com algumas modificações. No terreno após a quadra poliesportiva havia plantado um abacateiro, uma jabuticabeira e uma laranjeira cavalo que permanecem até hoje. Existem algumas goiabeiras pelo terreno da escola que provavelmente foi semeada pelos passarinhos. Com o passar do tempo, alguns vizinhos da escola preocupados com a própria estética de sua rua colaboraram plantando algumas espécies de flores e árvores frutíferas na calçada da escola, caso do sr. Laudelino dos Santos que plantou flores e mangueiras e alguns moradores vizinhos, que formaram um jardim. A mesma consciência não tiveram os demais vizinhos chegando alguns a depositarem nas calçadas da escola resto de reformas em suas casas, dejetos de seus cães, dejetos de caixa de gordura, podas de árvores e materiais de construção, tomando as professoras numa ação conjunta com os alunos a promoção de muitas campanhas nestes anos todos de preservação e cuidados estéticos com o redor da escola, colocando placas e cartazes de incentivo ao cuidado com a frente de suas casas. Como em toda sociedade há pessoas que cuidam de patrimônios que não sejam seus e outras que nem dos seus cuidam, então até hoje há trechos da calçada que são conservados por vizinhos e outros que são depredados, apesar das campanhas. As diversas gestoras que a escola teve, cada uma dentro de suas possibilidades e interesses colaboraram para o verde e o colorido das plantas, o plantio das grandes árvores que hoje circundam o muro direito do lado interno foram plantadas pela Prefeitura de Campinas (1992) através de seu departamento de Parques e Jardins, são frondosas com muita sombra, porém as próximas ao prédio estão muito grandes e com raízes imensas e podem comprometer a sua estrutura. No ano de 1991 em uma de minhas visitas á 2ª Delegacia de Ensino para um curso, conversa vai conversa vem, descobri que a delegacia oferecia técnicos em agricultura e ferramentas para ajudar escolas na implementação de projetos de horta, assim deu se início a uma bonita horta cuidada pelos alunos de minha classe. Os alunos eram do período da tarde e vinham para a escola no período da manhã, em grupos que se revezavam, para obterem informações técnicas com o técnico de agricultura que tinha somente o período da manhã disponível para nossa escola, assim foram abrindo o terreno, preparando a terra e abrindo canteiros. Para a semeadura, os grupos de alunos passaram informações para a sala toda durante as aulas e todos (meninos, meninas e professora) semearam e cuidaram da irrigação dos canteiros. As verduras ali produzidas eram mandadas para a cozinha e feita salada para os alunos e também levavam para casa, a produção foi pequena e por pequeno período, seis meses desde o preparo do terreno à colheita. No período de férias ninguém se prontificou a cuidar da horta e no ano seguinte a Delegacia de Ensino não disponibilizava de técnicos de agricultura e nossa horta morreu!!! No ano de 1992 o projeto horta renasce, agora sob a supervisão do Sr. Soares, pai e amicíssimo da escola. Qualquer coisa que a diretora ou professoras precisassem o Sr. Soares estava pronto a ajudar, era nosso anjo da guarda. Me recordo com muita vontade de suas tortas de banana, na casa da diretora Helena havia um bananal e sempre ela levava para a escola suas deliciosas bananas e o seu Soares muitas vezes vinha até a cozinha e fazia sua torta. Bem, o assunto não é banana é horta, mas é uma doce lembrança não resta a menor dúvida. Para que a horta pudesse funcionar sem problemas a Helena mandou instalar torneiras pelo terreno. O sr. Soares juntamente com seus filhos (ex-alunos), o Sr. Laudelino, o Sr. Francisco e o Sr. Mi começam o trabalho de recuperação do terreno, o preparo da terra, o plantio e logo mais tarde a colheita, que bela horta possuíamos. As verduras legumes e temperos vinham para a cozinha de escola e até as professoras e funcionários ganhavam algumas vezes. Segundo o Sr. Laudelino, a horta terminou pois uma diretora que veio substituir a Helena começou se implicar com eles, juntando-se ao fato do Sr. Soares se mudar para o Rio Grande do Sul, os outros perderam o pique e deixaram de cuidar da horta, fato que ele lamenta pois disse "Sou aposentado e tocara horta é uma ótima distração!" Desde o ingresso da Helena à escola Maria Alice, esta participou de todos eventos cívicos, pedagógicos e culturais que surgiram na cidade de Campinas elevando o nome da escola, podíamos mostrar o nosso trabalho que não ficava guardado entre sete paredes, temos e sempre tivemos um grupo de professores envolvidos com o progresso da educação de nossos alunos e esta era a oportunidade de mostrar o que nossas crianças faziam na escola. Alguns desses eventos eram organizados pelas delegacias de ensino, no nosso caso a 2ª Delegacia, outros eram organizados pela DRE (Divisão Regional de Ensino) que eram maiores, era o encontro das escolas que formavam a DRE Campinas. Muito bons, diga-se de passagem. As escolas mostravam o seu melhor. Para o último desse encontro acontecido por volta de 1993, a Escola Maria Alice participou com trabalho sobre a vida indígena nas aldeias montado pelos alunos da 1ª série da professora Marlei e meus alunos da 2ª série (Profa. Wania). Este trabalho consistia em uma maquete de 2X2m, todo confeccionado pelas crianças com bonecos feitos de argila representando os índios em diversas atividades pela aldeia, árvores de papel crepom representando as matas, utensílios de argila, rios de papel celofane, ocas construídas de pequenos galhos de árvores colados um a um em aros de cartolina com a cobertura feita de capim sapé. Contamos com a colaboração da mãe de meu aluno emprestando um material sobre as tribos brasileiras, produzido por um pesquisador da Unicamp e uma fita k-7 com músicas indígenas brasileiras para ilustrar o trabalho, algumas crianças, as mais desinibidas colaboraram com algum tempo seu para explicar o trabalho aos visitantes da feira. Tínhamos um grupo de meninos das 5ª ás 8ª séries que faziam dança de rua e se apresentaram neste evento, não devendo nada aos outros que lá se apresentaram. Nossos meninos se apresentavam em todos eventos dos quais a escola participava, sempre que um aluno chegava ao final da 8ª série e nos deixava, havia sempre um bom substituto, eles eram os modelos para os outros meninos que viviam imitando-os pela escola toda, os garotos das séries iniciais queriam ser um deles. Que belo exemplo esses meninos passaram aos pequenos enquanto o grupo todo não nos deixou, exemplo de ocupação do tempo ocioso em coisas úteis, exemplo da não violência. Desde 1990, a Escola tem participado dos desfiles de 7 de setembro no centro da cidade de Campinas e no Distrito de Barão Geraldo, com apresentação de temas históricos e atuais. Nos últimos anos, durante o exercício da diretora Valéria, participamos de alguns eventos organizados pela Diretoria de Ensino no Shopping Campinas, levamos no ano 1999 trabalhos manuais de artesanato das classes das professoras Rosângela, 3ª série, árvores de bexigas num cenário de folclore e minha classe, 3ª série, panos de pratos pintados por eles como presente de dia das mães e um quadro de fotos das atividades acontecidas na escola. No ano de 2000 levamos das 2% séries, trabalho de mosaico com azulejos em vasos e quadros (classe B), velas perfumadas decoradas com sementes, cravo e canela (classe A), fotos de atividades extra-classe. A escola Maria Alice sempre fez estudo do meio com seus alunos, tanto para se estudar história, geografia, ciências ou arte, e até lazer, fossem estas excursões dentro de Campinas ou em outras cidades sempre com a presença da maior porcentagem de seus alunos. Nossos pais reconhecem o valor do estudo praticado fora da sala de aula, e, também colocam que é uma oportunidade de seus filhos conhecerem lugares onde estarão adquirindo cultura e conhecimentos gerais e que talvez poucos deles pudessem levar seus filhos por motivos variados como não possuírem carro, não gostarem de viajar por onde não conhecem, por não gostarem desse tipo de passeio, etc.. Nestes anos todos fomos inúmeras vezes para a capital, São Paulo, em visitas de estudo ao Butantã, Museu do Ipiranga, Zoológico, Simba Safari (onde os animais ficavam soltos e os visitantes entravam com seus próprios carros ou os jipes do próprio parque), Museu de Física da USP, Exposição do Rodin, Bienal do Livro, Bienal de obras de pintura de artistas renomados, Play Center e de quebra algumas vezes visitamos os Shoppings Ibirapuera, Morumbi, Eldorado. Visitamos na cidade de São Roque o Museu de Cera que contém personagens da história do Brasil e em Sorocaba visitamos o Zoológico. Em Itu visitamos o Parque Varvito de formações rochosas de várias eras e o centro da cidade que é uma atração turística. Em Piracicaba estivemos na USP-Luis de Queirós visitando o laboratório de clonagem de plantas e a plantação de seringueiras e a retirada do latex para o fabrico de borrachas especiais, o Museu do Eucalipto e visitamos o shopping para lanchar e uma sessão de cinema. Em Americana visitamos uma das antigas fazendas de escravos onde se conserva até hoje os instrumentos de açoite aos negros, fazenda esta que contribuiu para o desenvolvimento de Americana. Nela também se pode ver o encontro dos dois rios que vão formar o terceiro rio que forma a bacia hidrográfica do rio Piracicaba. Dali fomos ao zoológico e ao Observatório Espacial. Em Campinas, participamos do Projeto Cinema nas Escolas promovido pela Prefeitura, visitas ao Bosque dos Jequitibás (aquário e museu de animais empalhados), Lagoa do Taquaral e Planetário Pedreira do Chapadão, visita à Serra das Cabras em Joaquim Egídio, Tour em Campinas onde visitamos o aeroporto de Viracopos, o Centro Histórico, Monumento de Carlos Gomes, Palácio dos Azulejos, Palácio da Justiça, Jardim Carlos Gomes, Teatro de Arena, Palácio de Jequitibás. Assistimos a apresentação da Orquestra Sinfônica de Campinas, a inúmeras peças teatrais infanto-juvenil no Teatro Castro Mendes e no Teatro Carlos Maia, à feiras patrocinadas pela Unicamp como Cientec e do Folclore. Visitamos exposições de Artes dos artistas Rodin e Portinari no MAC - Campinas e Unicamp O corpo docente da Escola está sempre envolvendo seus alunos em atividades extra- classe, no sentido de promover uma aprendizagem diferenciada. A Escola procura sempre homenagear a comunidade escolar promovendo festas em comemoração aos dias das mães, pais e crianças. A comunidade em geral é contemplada pelas festas juninas promovidas pela comunidade escolar. |