IDH de 2003


O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), cálculo feito pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), é um indicador usado para medir a qualidade de vida.

O índice varia de O a 1 quanto maior o número, mais elevada é a qualidade devida no país.

São considerados três aspectos para o cálculo do índice:
1) A longevidade, medida pela expectativa de vida da população ao nascer;
2) O acesso ao conhecimento, que utiliza a taxa de alfabetização dos habitantes com 15 anos ou mais e o percentual de matriculas nos três níveis de ensino, e
3) A renda,medida pelo PIB (Produto Interno Bruto) dividido pelo número de habitantes e ajustado ao poder de compra do dólar em cada país.

As informações apresentadas são baseadas nos dados de 2003 dos 177 países.

Só em cinco países os 10% mais pobres ficam com uma parcela de renda menor que a dos brasileiros miseráveis: Venezuela, Paraguai, Serra Leoa, Lesoto e Nanilbia. Alguns, como Peru, empatam na concentração. O relatório observa que em nenhum país a desigualdade de renda é tão intensa quanto no Brasil.

Por outro lado, em apenas sete países os 10% mais ricos da população se apropriam de quantia de renda nacional maior do que a dos ricos brasileiros, que abocanham 46,9% da renda.

Outro dado que complementa a concentração de renda é uma simulação feita no relatório só para Brasil e México. O Pnud trocou o indicador de renda usado do PIB (Produto Interno Bruto) do país pela renda dos 20% mais pobres, mantendo outros dados. Essa troca faz com que o Brasil caia 52 posições, ficando em 115 no IDH. Já o México cai 55 posições e vai da 53 para 108.


 

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