|
|
|
O índice varia de O a 1 quanto maior o número, mais elevada é a qualidade devida no país.
São considerados três aspectos para o cálculo do índice:
As informações apresentadas são baseadas nos dados de 2003 dos 177 países. Só em cinco países os 10% mais pobres ficam com uma parcela de renda menor que a dos brasileiros miseráveis: Venezuela, Paraguai, Serra Leoa, Lesoto e Nanilbia. Alguns, como Peru, empatam na concentração. O relatório observa que em nenhum país a desigualdade de renda é tão intensa quanto no Brasil. Por outro lado, em apenas sete países os 10% mais ricos da população se apropriam de quantia de renda nacional maior do que a dos ricos brasileiros, que abocanham 46,9% da renda. Outro dado que complementa a concentração de renda é uma simulação feita no relatório só para Brasil e México. O Pnud trocou o indicador de renda usado do PIB (Produto Interno Bruto) do país pela renda dos 20% mais pobres, mantendo outros dados. Essa troca faz com que o Brasil caia 52 posições, ficando em 115 no IDH. Já o México cai 55 posições e vai da 53 para 108.
|